Hoje foi ainda mais difícil do que eu pensava (…). Quando cheguei á sala e te vi, a minha vontade era de te cumprimentar mas não, tive que me manter forte e segura. Durante o dia houve várias as vezes que faltou bem pouco para começar a chorar (…). Tudo o que me diziam a teu respeito tocava fortemente aqui dentro, as bocas que ouvi deixaram marcas profundas, das poucas vezes que falamos o meu coração batia mais depressa, (…). A verdade é que significas muito e está a ser um martírio viver assim!
Hoje foi o primeiro dia de muitos, sem te poder tocar, beijar, falar, sorrir e até olhar verdadeiramente, basicamente sem poder ser eu própria!

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