quinta-feira, 5 de maio de 2011

Uma mão segura no relógio e a outra escreve. Consigo sentir o teu cheiro a uns meros centímetros! Quinta quando cheguei a casa tirei-o, e desde ai nunca mais tive a coragem de o por. Hoje se reparas-te voltei a usa-lo! Não sei o que me deu, não sei a razão de tal coisa, não sei porque não o usei mais cedo, mas sei que hoje, com ele, no meu pulso, senti que tu estavas perto!

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